22 de setembro de 2016

Só pra citar e reavivar na memória, estes filmes.


Ante as telas eu me deparei com um sentimento que só algumas obras da cinematografia tinham me proporcionado. E é sobre isto que se trata esta publicação.

Eu desaprendi a fazer posts com objetivos concretos, perdão, este é só mais um registro.




On the road // Na estrada

Depois desse filme o desejo que eu tinha, de ter nascido num tempo em que eu pudesse viver minha juventude na década de 40 ou 50 ou 60, aumentou. O filme reproduziu muito bem a geração beat, tanto que eu estou fascinada pela espirituosa coragem deles (os jovens).


Her // Ela

O que mais me agrada nesta obra não é o enredo em si mas sim a fotografia e a sensibilidade do protagonista (ainda que ele tenha se apaixonado por uma máquina). É inegável que o filme nos coloca a questionar a relação entre homem e máquina, em que ponto nós chegamos e até onde iremos (?).


O universo no olhar

Não tenho o que comentar sobre este filme, ao menos não algo que expresse com clareza o que de fato senti.


Clube dos cinco

De aspecto característico dos trabalhos do John Hughes, contudo o desenrolar da história me surpreendeu e, devo confessar, também os personagens.



The dreamers // Os sonhadores

Às vezes penso que gostaria de ter vivido este filme, como um de seus personagens. A Isabelle, pra ser mais exata, pois vizualizo nela aquilo do que sou mas não sou. Fascinei-me pelos três personagens principais, por Paris e, mais ainda, pela década de 60.


E o vento levou...

Não há nada de pop art no filme, mas eu o encaixei nesse movimento artístico e não vejo muita distância entre os dois. Tudo bem que a história é sobre um período de guerra civil (e pós-guerra) estadunidense, século XIX, ainda assim na minha opinião há um paralelo com a pop art.


O menino e o mundo

Curiosidade em uma criança. Nenhuma palavra. Visão de mundo. O mundo tal qual é. As injustiças. Capitalismo. Vence o mais forte. Sobrevive-se. Assim, pedaços do que sei do filme. Encantador, muito encantador, e triste.



The breakfast at Tifany's || Bonequinha de Luxo

Fiquei surpresa, felizmente surpresa. Não há muito do clichê romântico muito menos da mulher submissa e, justamente por ser da década de 60, eu fiquei surpresa. E também por ver tanto de mim na Holy, tanto desse meu jeito de passarinho.


Melancholia

Ao terminar de assistí-lo eu não sabia exatamente o que tal filme tinha representado para mim. Eu estava apaixonada pela fotografia e pela sonosplatia, mas eu não o havia compreendido. Daí seguiu-se uma busca sobre a melancolia e agora que o compreendo ainda não sei dizer qual o meu sentimento. Talvez eu sinta um pouco da melancolia da obra, um pouco e muito.

3 comentários:

  1. Gostei da postagem. Penso que a imagem (da mão) se relaciona com tudo, como uma declaração de liberdade na experiênciação entre a imaginação, sonhos e realidades.
    Eu queria ter vivido entre 1890 e 1930 e ter conhecido Tesla.
    Saudações e obrigado pelas dicas.

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    1. Ah, sim! a imagem da mão foi coringa e também expressa a despreocupação em seguir padrões...
      Não sei ao certo quem foi Tesla, mas certamente deve ter sido alguém muito interessante. Quanto a esse desejo de ter nascido em outras épocas, ah, isso permite que a gente as viva na atualidade.
      Muitíssimo obrigada pela visita!

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  2. Adorei! Dos filmes citados, os que eu ja assisti são maravilhosos. Clube dos Cinco então nem se fale <3

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