3 de outubro de 2015

Moço, moço, moços...


Moço, moço, moços...
Não estranhem se eu encará-los
por muito tempo.
É meu costume mergulhar em olhares,
deixar-me encantar por manias,
poderia ficar assim por milhares
de minutos, de horas e até de dias.

Tenho de confessar
o sexo masculino me atrai.
Estes seres opostos possuem um quê.
Um "quê" que não sei explicar bem
o que virá a ser
Ah! E Deus sabe o quanto amo o mistério!

Moço, moço, moços...
Não me levem à mal, caso eu estiver incomodando-lhes,
Perdoem as esquisitices.
Gosto de imergir-me nas emoções
causadas por tudo aquilo que observo,
e é dentre as ilusões criadas
que me preservo.

Desculpa, mas só usei suas imagens
pra alimentar meus devaneios

5 comentários:

  1. Belíssima construção de palavras! E, concordo: olhares são ótimos combustíveis para os devaneios (e estes, para os poemas).

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    1. Se perder num olhar ou se encontrar no mesmo...

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  2. Estava passeando pela blogosfera e vim parar aqui e me identifiquei bastante com as palavras... tinha a mania de flertar pelo simples prazer de olhar nos olhos já que estes podem falar tanto mesmo que nós não quisermos dizet nada.
    Bela poesia.
    beijos.

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    1. Obrigada pela visita!!

      Hahaha sim, olhares possuem uma singularidade que só os olhares têm. Gosto de entrar em contato com as pessoas, sou fascinada pelo simple saber de tantos mundos que me cercam ou até mais que isso: sou curiosa por saber sobre cada bagagem que estes mundos carregam.

      Ah, observar o ser humano...

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